Tecnologia facilita comunicação entre síndicos e moradores..

– Evite se exaltar ou motivar assuntos que possam gerar polêmica ou atrito entre os moradores, como inflamar discussões sobre esportes, política ou religião, por exemplo. Fique de olho também no horário das mensagens. – Caso se inicie uma conversa paralela com um morador, se não for um assunto de interesse comum, inicie uma conversa em particular.

Novas tecnologias a favor do síndico

Ao optar por uma tecnologia para facilitar a comunicação entre síndico e moradores, é possível garantir, além da segurança das informações, a certeza de que os tópicos levantados terão o devido encaminhamento. Hoje, o mercado já dispõe de sistemas e aplicativos desenvolvidos especialmente para gestão de condomínios. “Nesse tipo de sistema é possível registrar ocorrências e agilizar determinadas rotinas administrativas do prédio, como a emissão de segunda via da taxa de condomínio, o agendamento do uso do salão de festas e até mesmo o registro de controle de segurança na portaria”, explica Everton Pitz, especialista na área de gestão de tecnologia para condomínios.

As funcionalidades desses sistemas específicos vão além dos aplicativos utilizados apenas para comunicação, como no WhatsApp ou a partir da criação de grupos no Facebook, e se tornam mais confiáveis para os síndicos, especialmente a longo prazo. “É fundamental para uma boa gestão condominial que o síndico em exercício tenha acesso às informações das gestões anteriores”, esclarece Pitz, lembrando que o ideal é que todas as conversas entre moradores e síndicos por meios eletrônicos fiquem registradas e constem em um histórico que seja de propriedade do condomínio.

No sistema, tanto o síndico e quanto os moradores podem acessar os dados, cada um com o perfil de usuário específico, para acompanhar o que está acontecendo. “Alguns sistemas estão disponíveis tanto para computadores quanto para celulares, o que aumenta a praticidade de uso e a transparência da gestão”, explica Everton Pitz.

Publicado 8 de junho de 2016 | Por Redação do Viva o Condomínio 

Fonte: CondomínioSC      /      Publicado em Vida em Condomínio

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DESABAMENTO NO RIO ARTIGO #02

Casal de vítimas que morava em prédio que desabou iria se mudar para o Ceará em fevereiro. – 28/01/2012

RIO – A casa de Margarida Vieira e Cornélio Ribeiro Lopes, zelador do prédio de 20 andares que desabou no Centro do Rio, estava quase pronta no Ceará. Os dois iriam retornar à terra natal após anos vivendo no Rio não fosse a tragédia que não permitiu que o sonho do casal fosse realizado. Durante o enterro de Margarida, que está sendo realizado neste sábado no Cemitério São Francisco de Paula, no Catumbi, a amiga Socorro Vieira Chagas contou que a mudança já tinha data marcada e seria realizada em fevereiro:

– Toda vez que eles iam para o Ceará, os dois colocavam algo na casa nova. Em nossas últimas conversas, ela contou que a residência já tinha até móveis, e eles estavam muito felizes com a proximidade de voltar para a terra natal.

Socorro ressaltou também que Margarida era uma pessoa muito prestativa e estava ajudando seu filho a ingressar no Exército:

– Nos conhecemos desde o Ceará. Ela morava no sertão e eu na serra. O sonho do meu filho é ir para o Exército e ela estava
vendo toda a documentação para ele. Era uma pessoa boníssima.

No enterro de Margarida Vieira, há pelo menos cinco amigas do tempo em que ela morava numa vila na Rua dos Inválidos, no Centro. A dona de casa Ilia dos Santos lembra que há 30 anos, Cornélio começou a namorar a futura mulher nessa vila:

– Era uma pessoa muito trabalhadora e prestativa com todos os vizinhos. Me lembro dela costurando para fora, trabalhando numa papelaria e sempre simpática com os pedidos dos vizinhos.

Na sexta-feira, sob uma chuva fina, Eunice Braga, acompanhada dos filhos Celso, de 17 anos, e Celciane, de 19, seguia  e silêncio, amparada por amigos e parentes, o cortejo que levava à sepultura o corpo do administrador Celso Renato Braga Cabral Filho, de 44 anos.

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